A Atividade Física na Melhoria da Memória do Idoso – 3

Dançar ajuda a exercitar a memória e a concentração

Por muito tempo a dança foi considerada apenas como uma atividade de recreação e lazer. Tanto médicos quanto leigos, ao

pensarem uma atividade física adequada para idosos, consideravam a hidroginástica, a caminhada e um ou outro exercício de baixo impacto. Hoje, sabemos que a dança está positivamente associada à saúde psicológica e ao bem-estar físico e emocional dos idosos.

Com o advento dos programas educacionais para idosos, a dança passou a fazer parte de todos os módulos de atividade física. Por envolver exercícios aeróbicos, muitas vezes é recomendada pelos médicos com o objetivo de amenizar sintomas de algumas doenças relacionadas à hipertensão, obesidade, osteoporose, depressão, problemas com a memória etc. Além disso, a dança, principalmente a de salão, é uma atividade que estimula a sociabilidade, promovendo o bem-estar emocional.

Memória é motivação para dançar

No Brasil, as pesquisas sobre a relação entre a dança e a memória nos idosos avançam a cada dia. Elas comprovam as contribuições dessa atividade para a saúde física e mental dos sujeitos, principalmente no que se refere aos ganhos ligados à força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade.

Os motivos que levam uma pessoa a procurar a dança como atividade física são vários e bastante atraentes: além dos benefícios já citados, ela também exercita a atenção, a concentração e a memória. Porque ajuda na percepção positiva do próprio corpo, ela diminui o estresse, a ansiedade e melhora a auto-estima.

Segundo a professora Mônica Todaro – mestre em Gerontologia pela Universidade Estadual de Campinas –, a dança pode ser praticada tanto por uma pessoa sedentária como por um atleta. Tudo depende do interesse, motivação, o prazer por dançar e da relação que a pessoa tem com seu corpo.

Dançamos com corpo e com a alma. Somos um corpo inteligente, que sonha, reage, se emociona, sofre e que tem afetos. Cada um tem uma história corporal e crescemos com as experiências das atividades que praticamos.

Outros exercícios

Enquanto você decide como vai recuperar o seu “pé-de-valsa” há tanto tempo adormecido, ajude sua memória a já ir melhorando: vá mudando, todos os dias, alguma coisa em sua rotina. Eis alguns exemplos:

  • Tome banhos de olhos fechados.

  • Escove os dentes com outra mão.

  • Compre o jornal em banca diferente.

  • Escolha outro trajeto para ir da casa ao supermercado

  • Abasteça o carro em outro posto de combustível.

Parece ser só brincadeira, mas essas pequenas mudanças fazem com que seu cérebro adapte algumas funções para que você consiga operar essas tarefas. São pequenos gestos que produzem, com perseverança e constância, grandes melhorias no que se refere à sua memória.

Vamos lá! Prepare a beca, convide o par e ...

“Eu sonhei que tu estavas tão linda Numa festa de raro esplendor Teu vestido de baile lembro ainda Era branco, todo branco, meu amor “...

Prof. Me. Maria Valéria Padilha Fernandes Rolim

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